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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
 Leach, 1820
Subfamília: Dendrocygninae
 Reichenbach, 1850
Espécie: D. bicolor

Nome Científico

Dendrocygna bicolor
(Vieillot, 1816)

Nome em Inglês

Fulvous Whistling-Duck


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Marreca-caneleira

A marreca-caneleira é uma ave anseriforme da família Anatidae. Também conhecida como marreca picaça, marreca-peba, tapuia e xenxém.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) dendros = árvore; e cygna, cygnus = referente ao cisne; e do (latim) bi = dois; e color = cor; bicolor= de duas cores. ⇒ Cisne de duas cores que pousa em árvores.

Características

Mede cerca de 48 centimetros. Como o próprio nome diz, cor que mais se destaca é o marrom acanelado. As asas possuem estrias escuras. Os bicos e as pernas tem coloração cinza azulada.

Subespécies

Não possui subespécies.

Indivíduos com plumagem leucística

O leucismo (do grego λευκοσ, leucos, branco) é uma particularidade genética devida a um gene recessivo, que confere a cor branca a animais geralmente escuros.

Mais informações sobre as mutações que afetam a plumagem das aves podem ser encontradas no link abaixo:
As mutações que acometem as aves.

Alimentação

Alimenta-se de gramíneas que pasta nas margens dos lagos ou até mesmo sob a água quando estas estão submersas. Também come plantas aquáticas, insetos aquáticos, pequenos peixes, girinos e crustáceos.

Reprodução

Podem construir seus ninhos tanto em ocos de árvores quanto sobre a vegetação paludícola. A fêmea bota de 8 a 14 ovos que são chocados pelo casal durante aproximadamente um mês. Os filhotes começam a voar a partir de 55 dias de vida.

Hábitos

Quanto ao seu hábitat tem uma certa predileção por banhados e regiões alagadas abertas, não entrando em florestas mais densas nem rios correntosos. Tambem podem ser encontradas em lavouras de arroz inundadas.

Distribuição Geográfica

É em muitos locais a espécie de marreca mais abundante, especialmente em banhados como os do Rio Grande do Sul, onde sua caça é permitida contanto que se respeitem as cotas e os períodos estabelecidos na legislação local. Existem poucos registros no norte do país. Em Rondônia, essa espécie foi observada em lagos criados pela construção de usinas hidrelétricas (Barbosa et al., 2021).

Referências

Galeria de Fotos